Quinta-feira, Julho 09, 2009
O Alecrim escuta Jackson
Paulo Correia
jornalista
De todas as informações, e de todos os comentários ouvidos sobre a morte do cantor Michael Jackson, e sobre todas as manifestações sobre o falecimento do ídolo pop, nada me chamou mais a atenção que o passeio rápido que fiz no bairro do Alecrim no sábado, dia 4 de julho, pela manhã. Ali, naquelas movimentadas e barulhentas ruas, pude ver e ouvir a força do interprete de canções como “Billie Jean” e “Thriller”.
Constatei naquela manhã que Forró do Muído, Aviões do Forró, Ivete Sangalo e Cavaleiros do Forró, líderes incondicionais na preferência de todos os pirateiros e das pessoas que compram esses produtos falsificados, cederem suas coroas, merecidas ou não, para que o homem do Moonwalk pudesse passar. Se tudo isso é apenas de agora, só o tempo vai dizer. Provavelmente seja. Michael Jackson estava em total obscurantismo nos últimos 15 anos, e a culpa disso tudo se devia mais a ele que de seus incontáveis fãs. Esses não deixaram de ouvir suas boas canções.
Mas voltando ao Alecrim. Não acredito que tenha lugar mais parecido com Jackson que o bairro da Zona Leste de Natal. Suas multifacetadas ruas e becos; seu comércio vivo e alegre; suas cores e seu brilho próprio são muito parecidos com o cantor que usava sapatos pretos com meias brancas, que fazia shows apoteóticos, e que sabia como poucos, cativar multidões. Talvez seja por isso que os comerciantes e transeuntes do antigo bairro tenham prestado essas simples homenagens ao rei do pop.
Talvez o espírito alegre, popular e sábio do Alecrim tenha cochichado nos ouvidos desses vendedores, e tenha pedido a eles que colocassem Michael no último volume.
Que os deuses da música recebam com salvas de palmas esse mestre da batida perfeita.
De todas as informações, e de todos os comentários ouvidos sobre a morte do cantor Michael Jackson, e sobre todas as manifestações sobre o falecimento do ídolo pop, nada me chamou mais a atenção que o passeio rápido que fiz no bairro do Alecrim no sábado, dia 4 de julho, pela manhã. Ali, naquelas movimentadas e barulhentas ruas, pude ver e ouvir a força do interprete de canções como “Billie Jean” e “Thriller”.
Constatei naquela manhã que Forró do Muído, Aviões do Forró, Ivete Sangalo e Cavaleiros do Forró, líderes incondicionais na preferência de todos os pirateiros e das pessoas que compram esses produtos falsificados, cederem suas coroas, merecidas ou não, para que o homem do Moonwalk pudesse passar. Se tudo isso é apenas de agora, só o tempo vai dizer. Provavelmente seja. Michael Jackson estava em total obscurantismo nos últimos 15 anos, e a culpa disso tudo se devia mais a ele que de seus incontáveis fãs. Esses não deixaram de ouvir suas boas canções.
Mas voltando ao Alecrim. Não acredito que tenha lugar mais parecido com Jackson que o bairro da Zona Leste de Natal. Suas multifacetadas ruas e becos; seu comércio vivo e alegre; suas cores e seu brilho próprio são muito parecidos com o cantor que usava sapatos pretos com meias brancas, que fazia shows apoteóticos, e que sabia como poucos, cativar multidões. Talvez seja por isso que os comerciantes e transeuntes do antigo bairro tenham prestado essas simples homenagens ao rei do pop.
Talvez o espírito alegre, popular e sábio do Alecrim tenha cochichado nos ouvidos desses vendedores, e tenha pedido a eles que colocassem Michael no último volume.
Que os deuses da música recebam com salvas de palmas esse mestre da batida perfeita.
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